ADI BRASIL visita ministro da Casa Civil

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, recebeu uma comitiva de representantes da mídia regional. A reunião teve a participação do presidente e do primeiro secretário da Frente Parlamentar da Mídia Regional, deputados Alex Canziani (PTB-PR) e Jones Martins (PMDB-RS), do secretário de Comunicação Social (Secom), Márcio de Freitas, do presidente da Associação de Diários do Interior do Brasil (ADI-BR), Jedaias Belga, que representou o meio jornal, e do vice-presidente do Conselho da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e presidente da Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (Agert), Roberto Cervo Melão, que representou o meio rádio.

Trataram da necessidade de revisão e normatização de critérios para investimento em mídia regional por parte do governo federal. Na avaliação de Belga, o encontro foi muito produtivo. “Fomos mostrar ao ministro Eliseu Padilha a importância dos veículos instalados fora das capitais. No nosso caso específico, a importância dos diários do interior. Somos líderes em nossas regiões e temos as maiores tiragens, o que resulta na maior circulação entre os veículos impressos. Nosso potencial de comunicação é gigantesco, mas nem sempre considerado. A intenção é corrigir isso”, anunciou.

A conversa vai evoluir no dia 11 de outubro, terça-feira da próxima semana, para quando já está marcada uma nova reunião. Além de entidades representativas do segmento, devem participar os técnicos da Secom, que começarão a definir novos critérios para investimento em publicidade. O presidente da ADI-BR explicou que não se deseja obter privilégios. “Todos os processos devem ser e serão honestos, transparentes. Só queremos que o governo perceba que a mídia regional consegue se comunicar mais diretamente com a população. Se quer ter eficiência na sua comunicação, terá que considerar esse fato.”

 

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Publicado 10 de outubro de 2016 por cnrbrasil em Sem categoria

Frente Parlamentar da Mídia Regional tem nova diretoria

Deputado Alex Canziani assumiu a presidência e quer promover maior interação entre veículos regionais e governo federal

Andréa Leonora

Especial ADI-BR/Central de Diários

Brasília, 13/09/16 – A Frente Parlamentar da Mídia Regional, composta por 170 deputados federais, tem nova diretoria. A posse aconteceu nessa terça-feira, em Brasília, durante um café da manhã durante o qual foram debatidas questões do segmento. A presidência será exercida agora pelo deputado Alex Canziani (PTB-PR), que terá os deputados Carlos Zarattini (PT-SP) e Carlos Melles (DEM-MG) como primeiro e segundo vice-presidentes. A secretaria geral ficou com o deputado Jorginho Mello (PR-SC), enquanto para as secretarias, de primeira a quarta, foram escolhidos os deputados Jovair Arantes (PTB-GO), Jones Martins (PMDB-RS), Antonio Goulart dos Reis (PSD-SP) e Fernando Monteiro, respectivamente.

Em entrevista à reportagem da Associação dos Diários do Interior do Brasil (ADI-BR), o presidente Canziani disse se sentir honrado em assumir a Frente, da qual participa desde a criação, em 2007. Ele pretende promover um melhor entrosamento entre as entidades que representam os veículos da mídia regional e as diferentes áreas de governo. “É preciso mostrar que a política de publicidade e de divulgação do governo federal só atinge verdadeiramente a população brasileira quando prestigia também a mídia regional. O jornal de uma pequena localidade ou de uma região é o que faz a comunicação ser mais eficiente”, defendeu.

O parlamentar tem como metas a ampliação do número de deputados membros da Frente Parlamentar para, com isso, alcançar mais estados brasileiros representados. Também quer aumentar a participação da mídia regional nas verbas publicitárias do governo federal, órgãos e empresas públicas federais. “Um meio de comunicação regional gera empregos, alavanca o desenvolvimento, valoriza a região em que atua por meio de campanhas de alcance social. Por isso deve ser fortalecido. E estou muito animado para trabalhar!”

Evento representativo

 

O café da manhã com ato de posse da Frente Parlamentar da Mídia Regional contou com a presença do presidente da ADI-BR, Jedaias Belga, que pediu maior atenção às diferenças entre veículos. “Não é possível dar o mesmo tratamento aos jornais diários que se dá a jornais de outras periodicidades”, recomendou.

O secretário especial da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Márcio de Freitas Gomes, anunciou que a prioridade de sua gestão é a regionalização. Ele afirmou que o governo não conseguirá comunicar suas ações e políticas públicas se não souber utilizar a capilaridade oferecida pelos milhares de veículos instalados fora das capitais, sejam emissoras de rádio ou TV, jornais, revistas ou portais de notícias.

Já o superintendente nacional de Promoção e Eventos da Caixa Econômica Federal, Gerson Bordignon, lembrou que a instituição tem um longo histórico de relacionamento com a mídia regional, algo que pretende intensificar. Também participaram o encontro o presidente da Adjori-BR, Miguel Gobbi, e o diretor geral da Abert, Luis Roberto Antonik.

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Publicado 14 de setembro de 2016 por cnrbrasil em Sem categoria

APJ marca posição em reportagem do Meio & Mensagem

A publicação Meio & Mensagem abordou em seu último número o processo de descentralização e regionalização das verbas de mídia do governo federal.

A reportagem, de Antonio Carlos Santomauro, mostra que nem todos os setores estão satisfeitos com o volume das verbas ofertadas para a comunicação governamental.

Entre os entrevistados está o presidente da Associação Paulista de Jornais (APJ).

Segue abaixo a íntegra da reportagem:

Empresas de mídia veem timidez na regionalização das verbas do governo

Iniciado em 2003, no primeiro ano de mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o processo de descentralização e regionalização das verbas de mídia do
governo federal apresenta números impactantes ao se aproximar da sua primeira década: o governo ampliou de 499 para 8.519 o número de veículos aptos a participar das ações de divulgação oficial cadastrados até 2011 na Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). Até então focado nos grandes centros, este cadastro, no qual predominam jornais e rádios locais, agora abrange municípios com população a partir de 15 mil habitantes.

De acordo com Fabrício Costa, diretor de mídia da Secom, cerca de 30% da verba investida em mídia no ano passado foi regionalizada: “A desconcentração de investimentos das ações de mídia vem contribuindo para a melhoria da eficácia da comunicação do governo federal.” Na avaliação do diretor de mídia, o processo
não beneficia apenas a comunicação governamental:
“A regionalização da comunicação de governo certamente contribui para a profissionalização de mercados regionais,
principalmente em cidades distantes dos grandes centros”, afirma. A opinião é compartilhada por representantes das empresas do setor. “A ideia é muito boa, e seus reflexos podem trazer benefícios sociais”, enaltece Silvana Scorsin, gerente da sucursal de Brasília das Organizações Romulo Maiorana, controladora
de veículos de comunicação no Pará. Segundo ela, a descentralização das verbas do governo federal obriga os veículos regionais a melhorarem a qualidade e a se profissionalizar.

Nem todos os setores, porém, estão satisfeitos com o volume das verbas ofertadas para a comunicação governamental. Para as emissoras de rádio, por exemplo, essa década de regionalização ainda não gerou resultados financeiros palpáveis, avalia Luis Roberto Antonik , diretor-geral da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert). No final do ano passado, segundo ele, a Abert realizou um levantamento com 450 emissoras de rádio, sendo que 73% delas informaram raramente receber verba do governo federal. Outras 9% informaram veicular ao menos uma ação a cada três meses. “Deve- se considerar, porém, que em 2003 esse índice das emissoras que recebem ações a cada três meses era próximo de zero”, lembra o diretor da Abert. “Geralmente, as verbas que chegam à mídia regional são tão pequenas que muitas vezes sequer justificam os custos associados ao faturamento e à cobrança”, afirma Evandro Fontana, gerente-geral das re des de rádio gaúchas RedeSul e Maisnova FM, que juntas somam 18 emissoras capazes de atingir praticamente metade do Rio Grande do Sul. Ele reconhece, porém, avanços na profissionalização da estrutura de comunicação do governo federal. “Mas as verbas destinadas à mídia regional ainda estão muito aquém, proporcionalmente
aos investimentos feitos nos veículos das capitais”, observa.

Modelo

Ações de regionalização da comunicação do governo não estão hoje restritas ao âmbito federal: em Santa Catarina, o governo estadual mantém processo similar “eficiente e descentralizado”, conta Carlos Amaral, vice-presidente do Sistema Catarinense de Comunicação (SCC), que mantém, entre outras operações,
uma afiliada do SBT e quatro emissoras de rádio. De acordo com Amaral, mesmo a emissora de rádio mantida pelo SCC na cidade
de Urubici — cuja população é de aproximadamente dez mil habitantes — é beneficiada pelo processo de descentralização
promovido pelo governo catarinense. Já o relacionamento com a estrutura de comunicação do governo federal, afirma
Amaral, praticamente não sofreu alterações, comparativamente ao que havia antes do início do processo de descentralização,
há pouco menos de uma década: “Recebemos de lá praticamente o que sempre recebemos: muito pouca coisa em rádio, e mesmo em TV.”

Para ele, esse processo do governo federal seria influenciado por fatores políticos, em que seriam priorizados veículos sintonizados com os interesses oficiais. Atualmente, conta Amaral, as verbas governamentais respondem por aproximadamente 18% do faturamento do grupo. “Não estamos alinhados a nenhum grupo
político”, sentencia.

Impacto

No Rio Grande do Norte as verbas provenientes do governo federal têm pouco impacto nas oito emissoras de rádio mantidas pelo grupo Tropical, avalia o diretor
comercial Fernando Eugenio. Já na emissora de TV do grupo, afiliada da Rede Record, a relevância dessa fonte de recursos seria maior, ele pondera. Na opinião de
Eugenio, em Estados onde existem entidades ligadas ao rádio — Pernambuco, Ceará, Rio de Janeiro e São Paulo, entre outros — as emissoras recebem mais recursos
do governo federal, pois as lideranças setoriais conseguem dar números mais significativos e institucionais ao meio. Para ele, “o rádio acaba prejudicado
por falta de informação, dificuldade de envio do material e ausência de mapas de veiculação, entre outros fatores”. No meio jornal, compara Eugenio, “a
destinação de verbas do governo é mais eficiente, até porque esse meio é mais organizado comercialmente”.

O governo federal promete dar continuidade ao processo de descentralização das verbas de mídia. De acordo com Fabrício Costa, os cadastros dos meios rádio
e jornal mantidos pela Secom serão agora ampliados para cidades com população superior a dez mil habitantes, dos atuais 15 mil. “Para este ano, está prevista
também a conclusão dos bancos de dados de internet, mídia exterior e revistas, também incluindo veículos de conteúdo regional”, adianta.

Amer Felix Ribeiro, presidente da ADI Brasil (Associação dos Diários do Interior do Brasil), crê ser necessário aliar esse critério quantitativo a uma compra mais técnica
dos espaços nos veículos, pois hoje o governo trata de maneira igualitária — inclusive remunerando-os com as mesmas
quantias — veículos com estruturas e portes muito distintos. “Existem jornais e diários do interior que se diferenciam pela qualidade
e estrutura jornalística, pela periodicidade, influência e referência na informação em suas cidades”, destaca. “Informação
não pode ser tratada como commodity, de forma igualitária e tabelada”, acrescenta.

Refluxo

Para alguns críticos, já haveria um certo
refluxo no processo de regionalização
da mídia do governo federal: “Parece-
-me que, após um esforço inicial de maior
aproximação entre a Secom e a mídia regional
no governo anterior, há hoje certa
acomodação, e as verbas permanecem
mais concentradas nos veículos que tradicionalmente
já as recebiam”, observa

Renato Zaiden, presidente da Associação
Paulista de Jornais (APJ).
Zaiden ressalta que alguns setores do
governo federal realmente se empenham
em regionalizar seus investimentos em
mídia e utilizar critérios mais técnicos.
Mas, para ele, o órgão ligado ao governo
federal que melhor regionaliza a sua comunicação
é a Caixa Econômica Federal,
devido às superintendências regionais e
aos especialistas em marketing regional
que sabem onde atuam. Os Correios, ele
ressalta, hoje também sinalizam mais em
direção à regionalização. “O governo poderia
aproveitar melhor esse expertise
e deveria também contar com recursos
humanos capazes de visitar os veículos
regionais, conhecer a realidade de seus
mercados”, recomenda Zaiden.

Segundo ele, os jornais associados à
APJ investem muito em qualidade da
informação e em tecnologia, têm hoje
versões web e equipamentos móveis e
estão a cada dia mais fortes nas redes
sociais, mantendo relacionamentos
consolidados nas comunidades onde
circulam. Vivem basicamente da iniciativa
privada e de seus leitores, pois
o governo — computando-se os recursos
provenientes de todas as esferas —
geralmente representa apenas algo entre
1,5% a 3,5% do faturamento publicitário
de cada um deles.

“Mas, apesar
disso, investimos para nos colocar como
players indispensáveis para a comunicação
do governo, como já somos
para o setor privado”, enfatiza Zaiden.

Publicado 8 de agosto de 2016 por cnrbrasil em Sem categoria

Conheça os finalistas do Prêmio CNI de Jornalismo 2016

Comissão de Seleção indicou os três melhores trabalhos em 12 categorias. O anúncio dos vencedores ocorrerá em 29 de julho, em Brasília

Depois de quase um mês de análise e mais de dez horas de debates, a Comissão de Seleção definiu no último sábado (9) os finalistas do Prêmio CNI de Jornalismo 2016. Foram selecionados três trabalhos para cada uma das 12 categorias. Agora, as reportagens serão avaliadas pela Comissão Julgadora.

A Comissão de Seleção do Prêmio CNI de Jornalismo 2016 foi formada pelos jornalistas Adriana Fernandes (O Estado de S. Paulo), Cládio Marcos (BandNews FM), Denise Lacerda (TV Globo), Eric Klein (Rede TV!), Fernando Exman (Valor Econômico), Lilian Tahan (Metrópoles), Matheus Leitão (G1), Sérgio Fadul (O Globo) e Luciano Pires (FSB Comunicações).

Os finalistas foram escolhidos com base nos critérios de adequação ao regulamento, ineditismo, relevância, criatividade, qualidade editorial (argumento, abordagem, desenvolvimento e texto), edição (equilíbrio entre texto e ilustrações), para matérias de TV, além de qualidade de áudio e vídeo e locução para TV e rádio.

São finalistas:

IMPRESSO JORNAL
– Documento Suape 2015 – Jornal do Commercio (PE)
– 5 milhões de feridos – O Globo
– O aviso foi dado: pedalar faz mal – Valor Econômico

IMPRESSO REVISTA
– Quanto vale o Brasil – Revista Exame
– O longo caminho de volta – Revista Exame
– Capitalista também é cidadão – Revista Exame

TELEJORNALISMO
– Série ‘Água – Planeta em Crise’ – TV Globo (Jornal da Globo)
– Tragédia em Mariana – TV Globo (Fantástico)
– Série ‘Indústria’ – TV Globo (Jornal Hoje)

RADIOJORNALISMO

– Série ‘Operação combate adulterações na produção de leite e queijo no RS’ – Rádio Gaúcha
– BandNews Desde Criancinha – Especial Economia – Rádio BandNews FM
– Série ‘Desafios do novo presidente da República’ – Rádio BandNews FM

INTERNET
– Boyhood Bolsa Família – Folha de S.Paulo (Online)
– Feira dos Importados – A máfia do comércio de rua – Metrópoles
– Revolução dos bichos – UOL

DESTAQUE REGIONAL NORTE

– Escola de japonês e o futuro do polo industrial – TV A Crítica (AM)
– Açaí e tecnologia – Revista Amazônia Viva (PA)
– Matriz Energética – Band (RR)

DESTAQUE REGIONAL NORDESTE
– Série ‘Dossiê Seca – A conta da gota’ – Diário do Nordeste (CE)
– Série ‘(Des)caminhos da escola’ – Diário do Nordeste (CE)
– Documento Suape 2015 – Jornal do Commercio (PE)

DESTAQUE REGIONAL CENTRO-OESTE
– Feira dos Importados – A máfia do comércio de rua – Metrópoles (DF)
– Série ‘O Brasil que viaja de ônibus’ – BandNews FM (DF)
– O despertar do Centro-Oeste para a revolução industrial – Metrópoles (DF)

DESTAQUE REGIONAL SUDESTE
– Por hora, 282 pessoas ficam desempregadas no País – O Estado de S.Paulo (SP)
– Série ‘Morar no Século XXI’ – O Globo (RJ)
– Série ‘Cidades dependentes’ – Estado de Minas (MG)

DESTAQUE REGIONAL SUL
– Série ‘Industriais da roça’ – Rádio Peperi AM (SC)
– Série ‘Gente na indústria’ – RIC TV Record (PR)
– Série ‘Ilusões perdidas’ – Pioneiro (RS)

ESPECIAL EDUCAÇÃO

– Série ‘(Des)caminhos da escola’ – Diário do Nordeste (CE)
– Fraude nos pregões – TV Globo (Fantástico)
– Pequenos Cidadãos – Revista Muito, Jornal A Tarde (BA)

ESPECIAL INOVAÇÃO
– Games abrem nova fronteira para avanço de tratamentos médicos – O Estado de S.Paulo
– Empreendedores contam com ‘máfia de Stanford’ para crescer no Brasil – O Estado de S.Paulo
– Geração Startup – Revista Exame

Os vencedores da edição 2016 do Prêmio CNI de Jornalismo serão escolhidos no dia 29 de julho por uma comissão formada por quatro jornalistas, dois empresários da indústria e por um acadêmico. São eles: João Borges (GloboNews), Ricardo Noblat (O Globo), Cristiano Romero (Valor Econômico), Marcos Coronato (Revista Época), Roberto Pires (empresário e presidente da Federação das Indústrias do Estado do Tocantins), Reginaldo Arcuri (presidente executivo do grupo Farmabrasil) e Jorge Duarte (UniCeub).

O Prêmio CNI de Jornalismo 2016 distribuirá neste ano R$ 310 mil em valores brutos. Serão premiadas com R$ 25 mil as melhores reportagens de TV, rádio, revista, jornal e internet (sites e blogs). Os ganhadores nas categorias regionais (Sul, Norte, Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste) receberão R$ 15 mil cada um. Há também dois prêmios especiais, em que os vencedores receberão R$ 30 mil: Educação e Inovação. Por último, o Grande Prêmio José Alencar de Jornalismo e mais R$ 50 mil, que serão entregues ao melhor entre todos os trabalhos inscritos.

Para outras informações, acesse o site do Prêmio.

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Publicado 17 de julho de 2016 por cnrbrasil em Sem categoria

ADI BRASIL NO MINISTÉRIO DA SAÚDE

Ontem (14), o presidente da ADI Brasil, Jedaias Belga realizou uma visita institucional ao Ministro da Saúde, Ricado Barros, acompanhado do presidente do Sindicato dos Proprietários de Jornais do Paraná, Franklin Silva e dos executivos Ricardo Takiguti e Alberto Rosa. A ocasião serviu para conhecer as novas políticas de comunicação do Ministério da Saúde, ressaltando a importância da integração dos Diários ao levar a informação oficial do Governo ao interior brasileiro.

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Publicado 15 de junho de 2016 por cnrbrasil em Sem categoria

14º Seminário de Benchmark dos Diários do Sul do Brasil já tem data marcada.

14º Seminário de Benchmark dos Diários do Sul do Brasil, evento realizado pela Associação dos Diários do Interior do Rio Grande do Sul já tem data marcada com foco em novas oportunidades de negócios e um novo olhar sobre o editorial. Será dia 6/06/2016 no Hotel Plaza São Rafael em Porto Alegre. O evento pretende reunir diretores, acionistas, gerentes e graduados dos jornais diários filiados às ADIs do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Mais infomações em http://adi-rs.org.br ou (51) 3324.0578 (51) 3026.8833

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Publicado 31 de maio de 2016 por cnrbrasil em Sem categoria

ADI Santa Catarina elege novo Presidente Institucional

Em Assembleia Geral Ordinária realizada ontem, em Florianópolis, tomou posse como presidente Institucional da Associação de Diários do Interior de Santa Catarina (ADI-SC) o diretor do Diário do Iguaçu (Chapecó), Lenoíres da Silva (E). Ele substitui o diretor do Sul Brasil (Chapecó), Dércio Rosa, que passa à vice-presidência de Diários. O mandato é de um ano. A presidência da ADI-SC continua com Ámer Felix Ribeiro (D), do Jornal da Manhã (Criciúma).

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Publicado 4 de abril de 2016 por cnrbrasil em Sem categoria